Mont Blanc

Mont Blanc
Lisura

domingo, 21 de dezembro de 2008

Carta ao Pai natal

Pai natal
Hoje quero ter uma conversa contigo de homem para homem.
Para começar quero já saber onde tens andado nos últimos anos?
Será que as tuas renas não se dão bem com o calor do meu cantinho maravilhoso da Terra?
Será que elas não aguentam a viagem até ao ponto mais Ocidental da Europa?
Afinal, tu existes ou não?
Estou farto de me questionar sobre tudo isto e as respostas continuam em Branco...
PORRA...
Custa-te assim tanto viajar até Sul?
Será que para ti só existe Norte?
É que se não sabes eu digo-te: O meu Norte é a Sul, portanto, se fazes favor, dá cordinha aos sapatinhos ou ás renas, como queiras, e vem encher a minha pseudo meia, na minha inexistente chaminé, ao lado da minha árvore de natal de sonho.
Também não sou exigente, a única coisa que te queria pedir, se é que estás virado para me ouvir, era uma simples coisinha...
SAÚDE.
Também já sei que me vais dizer que não és médico ou coisas do género... Por isso imagino que nada me possas dar este natal.
Olha Pai natal, esquece tudo o que para aqui escrevi, porque afinal não existe Pai natal e para mim nem natal existe.
Fica bem no teu gélido Norte, que eu prefiro o meu quentinho Sul, mesmo sem Pai natal, renas ou presentes.

Leão Branco

1 comentário:

M. disse...

Ah pois..
Tratas mal o barbas.. Como queres que encontre o caminho?!

Hehehe. :p


Beijo,

Q.